Ligue ou mande mensagem para o Whats do Medclub (3131.1881): as operadoras esclarecerão suas dúvidas e agendarão consulta com cirurgião vascular (angiologista).
Você deverá começar sua avaliação por um clínico geral. Após examiná-la, provavelmente fará sentido realizar hemograma, ferritina/ferro, glicemia, creatinina e ureia, sódio, potássio, cálcio e magnésio, TSH e T4 livre, vitamina B12 e, conforme o histórico da deficiência anterior, vitamina D. Se houver verdadeira fraqueza muscular ou dor muscular importante, acrescentaria CK (CPK); esse exame ajuda a identificar lesão muscular. Não repetiria indiscriminadamente todas as vitaminas sem antes saber quais estavam baixas e como foi feita a reposição.
Há uma distinção importante: sentir o corpo “fraco e pesado” é diferente de perder efetivamente a força. Dificuldade nova para levantar-se de uma cadeira sem usar os braços, subir escadas, elevar os braços acima da cabeça ou segurar objetos merece avaliação mais rápida.
Procure urgência se aparecer fraqueza súbita ou de um lado do corpo, alteração da fala, desmaio, falta de ar, dor no peito, dificuldade para engolir, febre alta, incapacidade de caminhar, ou se uma perna ficar nitidamente mais inchada, quente e dolorosa que a outra. Urina muito escura associada a dor/fraqueza muscular também é sinal para avaliação rápida.
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Essa combinação merece avaliação médica de urgência agora, principalmente porque a dor no peito está persistindo há várias horas e veio acompanhada de náusea/ânsia, angústia e cefaleia. Um problema cardíaco pode começar apenas com desconforto leve e sintomas pouco típicos, portanto a intensidade pequena da dor não exclui infarto ou angina instável.
Existem causas menos graves possíveis, como refluxo/esofagite, dor muscular ou crise de ansiedade. Mas não é seguro atribuir isso à ansiedade antes de excluir uma causa cardiovascular. Os cardiologistas orientam atendimento emergencial diante de dor torácica persistente; normalmente será necessário pelo menos exame clínico, pressão arterial, ECG e dosagem de troponina, podendo haver repetição dos exames conforme o resultado inicial.
Vá logo a um pronto-socorro agora, sem esperar a dor passar durante a noite. Se estiver sozinho, tiver falta de ar, suor frio, tontura/desmaio, piora da dor ou irradiação para braço, mandíbula ou costas, ligue para o SAMU 192 em vez de dirigir.
Aos quase 5 anos, a combinação de dificuldade escolar + possível atraso da coordenação motora fina + tremor durante movimentos dirigidos + dificuldade de manter a atenção merece avaliação do desenvolvimento.
Faça o seguinte:
1.Marque uma consulta com neuropediatra.
2.Greve no celular vídeos curtos dele desenhando, escrevendo, pegando objetos pequenos, levando uma colher ou copo à boca e brincando. Isso pode ajudar muito na consulta.
3.Peça à professora um pequeno relatório descrevendo o que ele consegue e o que não consegue fazer, comparado às crianças da mesma idade.
Um detalhe: A questão da concentração deve ser investigada, mas não significa automaticamente TDAH. Aos 4–5 anos, atenção, linguagem, visão, audição, sono, desenvolvimento cognitivo e dificuldades motoras podem se misturar e produzir exatamente esse tipo de quadro.
Não há motivo, pelo relato, para entrar em desespero. Muitas causas de dificuldades motoras nessa idade são manejáveis, e quanto mais cedo uma dificuldade específica é identificada, mais cedo a criança pode receber o estímulo adequado.
Na maioria das vezes, urina muito amarela, isoladamente, não significa problema renal. A causa mais comum é simplesmente urina mais concentrada por menor ingestão de líquidos, calor ou transpiração. Vitamina B também pode deixar a urina amarelo-vivo, quase fluorescente.
Observe um teste simples: ao longo do dia, beba bastante água, sem exagerar. Se a urina clarear, isso significa concentração por pouca água.
Agora, se a alteração persistir por vários dias ou vier acompanhada de espuma persistente, sangue, ardência, dor lombar, inchaço, redução do volume urinário ou pressão elevada. Nessa situação, exames iniciais úteis são EAS (urina tipo I), relação albumina/creatinina urinária, creatinina sanguínea com TFG estimada e ureia. A doença renal pode existir mesmo com urina de aparência normal, portanto a cor, sozinha, não avalia a função dos rins.
A tireoplastia tipo III é uma cirurgia da laringe para reduzir tornar a voz mais grave. É um procedimento especializado dentro da otorrinolaringologia, realizado por laringologista/cirurgião de voz, e não apenas por um otorrino geral. A literatura técnica descreve sua realização habitualmente sob anestesia local com sedação, permitindo avaliação da voz durante o procedimento.
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Algumas dores são esperadas após uma histerectomia, principalmente nos primeiros dias, mas dor muito forte, crescente ou que não melhora com os analgésicos prescritos precisa ser avaliada, porque também pode ocorrer em complicações pós-operatórias.
Procure o cirurgião/ginecologista que realizou a operação, ainda hoje. Se a dor for intensa ou estiver acompanhada de febre, sangramento vaginal importante, secreção com mau cheiro, barriga muito distendida, vômitos persistentes, dificuldade para urinar, desmaio, falta de ar ou dor/inchaço em uma perna, procure um pronto-socorro imediatamente.
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O diagnostico mais provável para seu caso é de “eflúvio telógeno”, iniciado pela deficiência de ferro, mas seis meses de queda persistente justificam investigar outras causas e, sobretudo, confirmar se realmente é eflúvio telógeno ou se existe alopecia androgenética associada. A ferritina ter subido de 18 para 119 é uma boa correção do estoque de ferro, mas o cabelo não responde imediatamente: o ciclo folicular tem atraso de meses, portanto a queda pode continuar algum tempo mesmo depois de corrigida a causa.
Eu faria agora esta investigação:
-TSH e T4 livre
-Ferritina + ferro sérico + transferrina/CTLF + saturação de transferrina, principalmente para confirmar a situação após a reposição
-25-OH vitamina D
-Vitamina B12 de controle
-Zinco sérico
-Ácido fólico
-Proteínas totais e albumina
-Função renal e hepática.
Mas há algo mais importante que exames de sangue: procure um dermatologista que trabalhe com cabelo e faça tricoscopia. Ela pode mostrar se os fios estão apenas entrando prematuramente na fase telógena ou se existe miniaturização folicular típica da alopecia androgenética.
Também vale reconstruir o que aconteceu 2 a 4 meses antes de a queda começar: infecção ou febre importante, COVID, cirurgia, perda rápida de peso, dieta restritiva, estresse intenso, início ou suspensão de anticoncepcional, gravidez/parto ou mudança de medicamentos. O eflúvio telógeno costuma aparecer com atraso depois do fator desencadeante.
E um detalhe tranquilizador: lavar o cabelo dia sim, dia não não provoca essa queda. A lavagem apenas faz aparecer no banho os fios que já haviam entrado na fase de queda.
Para diagnóstico de VPPB (vertigem posicional paroxística benigna), o especialista mais específico é o otorrinolaringologista com atuação em otoneurologia. Ele realiza as manobras posicionais diagnósticas, principalmente Dix-Hallpike e, quando necessário, head-roll test. Confirmada a VPPB e identificado o canal acometido, pode fazer imediatamente a manobra terapêutica adequada, como Epley.
Mas não vejo necessidade de você ir numa consulta com otoneurologia para curar sua VPPB. Vá ao Youtube e digite “manobra de Epley”. Siga direitinho a orientação apresentada pelo vídeo. Se você for realmente portador de VPPB, logo na primeira ou segunda realização da manobra seus sintomas desaparecerão. Tente, se não funcionar, me avise e lhe indicarei um otorrino que realizará a manobra com você. Dê noticia.
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