Em muitos casos, sim, uma pessoa com hemoglobina de 7,5 g/dL pode realizar uma endoscopia digestiva alta. Principalmente se a endoscopia foi indicada justamente para investigar a causa da anemia. Nesse caso o exame está indicado para pesquisar um sangramento no estômago. Por isso o exame não deve ser adiado apenas por causa da hemoglobina baixa. Pelo contrário, descobrir a causa pode ser urgente.
Mas 7,5 g/dL é uma anemia importante. Antes do procedimento, o médico avaliar: se ele está estável (pressão arterial, frequência cardíaca, oxigenação); se apresenta sintomas como falta de ar em repouso, dor no peito, tonturas intensas ou desmaios; se há suspeita de sangramento digestivo ativo; se possui doenças cardíacas ou pulmonares, que podem tornar a anemia mais perigosa.
Quanto à sedação, a hemoglobina baixa não é uma contraindicação absoluta, mas o anestesista e o endoscopista precisam estar atentos para decidir se é necessário uma transfusão antes do exame.
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Um cálculo renal de 2,8 cm é considerado grande, sendo impossível que ele seja eliminado espontaneamente ou tratado apenas com medicamentos. Além disso, a litotripsia extracorpórea por ondas de choque (LECO), que fragmenta o cálculo sem cortes, tem muito baixa eficácia para cálculos desse tamanho, especialmente se estiverem localizados em determinados pontos do rim.
Na prática, as principais opções são:
1.Nefrostomia percutânea (PCNL), que é o tratamento de escolha na maioria dos casos de cálculos maiores que 2 cm. Apesar de ser um procedimento cirúrgico, ele é pouco invasivo. É o método com maior taxa de sucesso para cálculos de 2,8 cm.
2.Cirurgia intrarrenal retrógrada (Ureterorenotripsia). Nesse procedimento não há cortes na pele. O aparelho entra pela uretra, passa pela bexiga e sobe pelo ureter até o rim, onde o cálculo é fragmentado.
3.Litotripsia extracorpórea (LECO) pode ser usada, mas é a pior opção para um cálculo de 2,8 cm, devido ao risco de fragmentação incompleta e necessidade de múltiplos tratamentos.
Em resumo
Para um cálculo de 2,8 cm, a alternativa sem incisão (ureteroscopia flexível) pode ser viável em alguns pacientes, mas frequentemente exige mais de um procedimento. Por isso, na maioria dos casos a nefrolitotomia percutânea continua sendo a opção que oferece a maior chance de remover completamente o cálculo em uma única intervenção, com excelente taxa de sucesso, quando realizada por uma equipe experiente.
Agora você deverá consultar com um urologista com experiencia nesse tipo de cirurgia. Ligue ou mande mensagem para o Whats do Medclub (3131.1881), esclareça suas duvidas e peça orçamento para a cirurgia.
Seu exame mostra uma fratura do osso temporal direito, acometendo as porções escamosa e mastoidea, com envolvimento do tegmen timpânico. Trata-se de um caso sério e poderá evoluir para serias complicações, tais como meningites bacterianas e abscessos cerebrais.
O radiologista acrescenta uma observação muito importante: “mediante indicação clínica, o estudo de cisternografia direcionado poderá trazer maiores subsídios diagnósticos”. Além disso, existe conteúdo nas células mastoideas direitas, compatível com hemossinus/secreção pós-traumática.
O ponto fundamental é este: a tomografia não demonstrou uma fístula liquórica, mas também não a excluiu. Tanto que o próprio laudo recomenda que, se houver suspeita clínica, seja realizada uma cisternografia, justamente porque esse exame é mais sensível para detectar um vazamento de líquor.
No seu caso, existe uma combinação que merece muita atenção:
-fratura do osso temporal envolvendo o tegmen timpânico;
-saída de secreção transparente pelo ouvido;
-secreção pelo nariz;
-cefaleia importante;
-tonturas persistentes;
-piora dos sintomas após retornar ao trabalho.
Esses achados justificam uma nova avaliação médica, mesmo que anteriormente o neurocirurgião tenha concluído que não havia indicação cirúrgica. O fato de não precisar de cirurgia não significa que não possa existir uma complicação que necessite investigação.
O QUE FAZER:
Não aguarde meses por uma consulta ambulatorial. Procure logo um hospital com otorrinolaringologista e neurocirurgião, levando: esta tomografia; todos os exames anteriores; informando claramente que houve saída de líquido transparente pelo ouvido após uma fratura do osso temporal.
É muito provável que a equipe considere a necessidade de: cisternografia (como sugerido no próprio laudo) e teste para confirmar se a secreção é realmente líquor.
Esses sintomas podem ocorrer em situações como:
-Uretrite,
-Infecção urinária (menos comum em homens jovens, mas possível).
-Prostatite.
-Irritação ou inflamação da uretra sem infecção ativa.
-Bexiga hiperativa ou outras causas urológicas, caso a infecção já tenha sido tratada.
A nitrofurantoína costuma ser indicada para infecção urinária da bexiga, mas não é eficaz para uretrite nem penetra bem na próstata. Já a combinação de azitromicina e doxiciclina cobre algumas causas de uretrite, porém nem todas. Algumas bactérias, especialmente Mycoplasma genitalium, podem ser resistentes a esses medicamentos.
E AGORA?
O ideal é consultar um urologista. Dependendo da sua história, ele poderá solicitar:
-Exame de urina (EAS).
-Urocultura.
-Teste molecular (PCR) da primeira urina ou do corrimento para ISTs, incluindo clamídia e gonorreia.
-Avaliação da próstata, se houver suspeita de prostatite.
Enquanto isso:
-Beba água normalmente, sem exageros.
-Evite iniciar outro antibiótico por conta própria, pois isso pode dificultar o diagnóstico.
-Se houve relação sexual desprotegida nas semanas anteriores ao início dos sintomas, informe isso ao médico, pois muda bastante a investigação. Nessa situação, também pode ser necessário avaliar e tratar o(a) parceiro(a).
Em mulheres na pós-menopausa, mesmo quando não há sangramento, é aconselhável a retirada do pólipo (polipectomia histeroscópica). O risco de alterações pré-malignas ou malignas é maior após a menopausa do que em mulheres ainda menstruando.
Quanto à sua dúvida principal, em muitos casos é possível retirar o pólipo durante a própria histeroscopia.
Para um pólipo de 1,1 cm, em geral a retirada por histeroscopia é um procedimento relativamente simples e é considerada o tratamento de escolha.
Se você pretende fazer o procedimento na Medimagem, minha orientação seria: ligue ou mande mensagem para o Callcenter do Medclub. As atendentes vão esclarecer suas dúvidas e lhe fornecerão um orçamento completo.
Mas fique tranquila, pois não há motivo para pensar que o pólipo seja câncer, especialmente porque você nunca apresentou sangramento, que é o sintoma mais comum quando existe alguma alteração mais preocupante. Mesmo assim, a retirada é a conduta mais prudente justamente para eliminar a lesão e obter o diagnóstico definitivo.
A partir do que você relata, tudo indica que você sofreu um BAROTRAUMA no ouvido. Você precisa fazer avaliação por um otorrinolaringologista, o mais rápido possível, para realizar uma otoscopia e, se necessário, uma audiometria e timpanometria. Esses exames permitem verificar se há disfunção da trompa de Eustáquio, líquido no ouvido médio, perfuração do tímpano ou alguma lesão mais profunda.
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Sim, basta que essa pessoa leve aquele comprovante que você recebeu na clínica. Ou então levar uma foto do seu documento de identidade.
Se a tala está machucando a pele; muito folgada; escorregando; quebrada ou deformada; causando dor por pressão: ela pode precisar ser refeita ou ajustada.
Uma tala mal ajustada pode tanto provocar feridas quanto deixar de imobilizar adequadamente o membro operado.
O mais seguro é que a troca seja realizada por um profissional, como em: pronto-socorro; ambulatório de ortopedia; clínica de imobilização ortopédica; consultório do cirurgião ou ortopedista que realizou a cirurgia.
Com as informações apresentadas é possível concluir que:
-sua função hepática está totalmente normal;
-há ausência de hepatite viral ativa;
-háausência de sequelas laboratoriais;
-houve recuperação completa da sua doença de 3 anos atrás.
Por isso, eu não identifico uma contraindicação hepática ao uso do Mounjaro.
O episódio de 2023 continua compatível com uma hepatite aguda, mas, pelos resultados dos exames acima, é pouco provável que tenha sido hepatite A ou hepatite B. Uma hepatite medicamentosa, uma infecção viral não A/B/C ou outra causa transitória tornam-se hipóteses relativamente mais prováveis.
Mas nada disso impede que você use Monjaro.
66.981.027
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