Sim, isso é normal. Em muitos aparelhos de MAPA (Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial), o visor fica mostrando apenas a hora e não exibe os valores da pressão, justamente para que o paciente não fique acompanhando os resultados e isso não interfira nas medidas.
O importante é observar se, nos horários programados, o manguito incha automaticamente e realiza a medição. Se ele estiver fazendo isso normalmente, em geral está tudo certo.
Se passarem várias horas sem o manguito inchar nenhuma vez, aí vale entrar em contato com a clínica que instalou o aparelho.
29/09/2026
Não é simples indicar um esquema de reposição de vitamina D, pois é preciso saber do valor da 25-OH-vitamina D, porque a dose muda bastante conforme o grau de deficiência.
Geralmente se usa os critérios abaixo:
-20–29 ng/mL: colecalciferol (D3) 1.000–2.000 UI/dia, geralmente por 8–12 semanas.
-abaixo de ng/mL: costuma-se usar 2.000–4.000 UI/dia ou, em deficiência mais marcada, 50.000 UI uma vez por semana por 6–8 semanas, seguido de manutenção.
-abaixo de 10–12 ng/mL: merece correção mais intensiva e investigação de causas associadas, com controle de cálcio e função renal.
Após a correção, a manutenção fica em 1.000–2.000 UI/dia, dependendo da avaliação do endocrinologista ou do clínico geral.
Essa decisão depende do tamanho do nódulo sólido.
-Se for TR4 maior que 1,5 cm: fazer biópsia ( PAAF).
-Se for TR4 entre 1,0 e 1,4 cm: fazer acompanhamento ultrassonográfico, sem PAAF.
-Se for TR4 menor que 1,0 cm: em geral, nem PAAF nem seguimento pelo ACR, salvo circunstâncias especiais.
Se você está falando de 25-OH-vitamina D = 17 ng/mL em paciente de 20–23 anos, colecalciferol 50.000 UI uma vez por semana por 6 semanas é um esquema de reposição correto. A recomendação para valores abaixo de 20 ng/mL utiliza 50.000 UI/semana por 6–8 semanas.
Se com “6 cp” você quis dizer seis cápsulas, elas não devem ser tomadas juntas. O correto é:
Colecalciferol 50.000 UI
Tomar 1 cápsula por via oral, uma vez por semana, durante 6 semanas.
Quantidade: 6 cápsulas.
Outra coisa, em uma paciente em que houve indicação clínica para dosar e tratar, seria prudente reavaliar 25-OH-vitamina D após o ciclo e decidir manutenção, frequentemente na faixa de 1.000–2.000 UI/dia conforme a recomendação médica.
Ligue ou mande mensagem para o Whats do Medclub (3131.1881): as operadoras vão esclarecer suas duvidas e lhe fornecerão um orçamento.
Ligue ou mande mensagem para o Whats do Medclub (3131.1881): as operadoras esclarecerão suas dúvidas e agendarão consulta com cirurgião vascular (angiologista).
Você deverá começar sua avaliação por um clínico geral. Após examiná-la, provavelmente fará sentido realizar hemograma, ferritina/ferro, glicemia, creatinina e ureia, sódio, potássio, cálcio e magnésio, TSH e T4 livre, vitamina B12 e, conforme o histórico da deficiência anterior, vitamina D. Se houver verdadeira fraqueza muscular ou dor muscular importante, acrescentaria CK (CPK); esse exame ajuda a identificar lesão muscular. Não repetiria indiscriminadamente todas as vitaminas sem antes saber quais estavam baixas e como foi feita a reposição.
Há uma distinção importante: sentir o corpo “fraco e pesado” é diferente de perder efetivamente a força. Dificuldade nova para levantar-se de uma cadeira sem usar os braços, subir escadas, elevar os braços acima da cabeça ou segurar objetos merece avaliação mais rápida.
Procure urgência se aparecer fraqueza súbita ou de um lado do corpo, alteração da fala, desmaio, falta de ar, dor no peito, dificuldade para engolir, febre alta, incapacidade de caminhar, ou se uma perna ficar nitidamente mais inchada, quente e dolorosa que a outra. Urina muito escura associada a dor/fraqueza muscular também é sinal para avaliação rápida.
Ligue ou mande mensagem para o Whats do Medclub (3131.1881): as operadoras esclarecerão suas dúvidas e agendarão consulta com cirurgião plástico.
Essa combinação merece avaliação médica de urgência agora, principalmente porque a dor no peito está persistindo há várias horas e veio acompanhada de náusea/ânsia, angústia e cefaleia. Um problema cardíaco pode começar apenas com desconforto leve e sintomas pouco típicos, portanto a intensidade pequena da dor não exclui infarto ou angina instável.
Existem causas menos graves possíveis, como refluxo/esofagite, dor muscular ou crise de ansiedade. Mas não é seguro atribuir isso à ansiedade antes de excluir uma causa cardiovascular. Os cardiologistas orientam atendimento emergencial diante de dor torácica persistente; normalmente será necessário pelo menos exame clínico, pressão arterial, ECG e dosagem de troponina, podendo haver repetição dos exames conforme o resultado inicial.
Vá logo a um pronto-socorro agora, sem esperar a dor passar durante a noite. Se estiver sozinho, tiver falta de ar, suor frio, tontura/desmaio, piora da dor ou irradiação para braço, mandíbula ou costas, ligue para o SAMU 192 em vez de dirigir.
Aos quase 5 anos, a combinação de dificuldade escolar + possível atraso da coordenação motora fina + tremor durante movimentos dirigidos + dificuldade de manter a atenção merece avaliação do desenvolvimento.
Faça o seguinte:
1.Marque uma consulta com neuropediatra.
2.Greve no celular vídeos curtos dele desenhando, escrevendo, pegando objetos pequenos, levando uma colher ou copo à boca e brincando. Isso pode ajudar muito na consulta.
3.Peça à professora um pequeno relatório descrevendo o que ele consegue e o que não consegue fazer, comparado às crianças da mesma idade.
Um detalhe: A questão da concentração deve ser investigada, mas não significa automaticamente TDAH. Aos 4–5 anos, atenção, linguagem, visão, audição, sono, desenvolvimento cognitivo e dificuldades motoras podem se misturar e produzir exatamente esse tipo de quadro.
Não há motivo, pelo relato, para entrar em desespero. Muitas causas de dificuldades motoras nessa idade são manejáveis, e quanto mais cedo uma dificuldade específica é identificada, mais cedo a criança pode receber o estímulo adequado.
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