Seu exame mostra uma fratura do osso temporal direito, acometendo as porções escamosa e mastoidea, com envolvimento do tegmen timpânico. Trata-se de um caso sério e poderá evoluir para serias complicações, tais como meningites bacterianas e abscessos cerebrais.
O radiologista acrescenta uma observação muito importante: “mediante indicação clínica, o estudo de cisternografia direcionado poderá trazer maiores subsídios diagnósticos”. Além disso, existe conteúdo nas células mastoideas direitas, compatível com hemossinus/secreção pós-traumática.
O ponto fundamental é este: a tomografia não demonstrou uma fístula liquórica, mas também não a excluiu. Tanto que o próprio laudo recomenda que, se houver suspeita clínica, seja realizada uma cisternografia, justamente porque esse exame é mais sensível para detectar um vazamento de líquor.
No seu caso, existe uma combinação que merece muita atenção:
-fratura do osso temporal envolvendo o tegmen timpânico;
-saída de secreção transparente pelo ouvido;
-secreção pelo nariz;
-cefaleia importante;
-tonturas persistentes;
-piora dos sintomas após retornar ao trabalho.
Esses achados justificam uma nova avaliação médica, mesmo que anteriormente o neurocirurgião tenha concluído que não havia indicação cirúrgica. O fato de não precisar de cirurgia não significa que não possa existir uma complicação que necessite investigação.
O QUE FAZER:
Não aguarde meses por uma consulta ambulatorial. Procure logo um hospital com otorrinolaringologista e neurocirurgião, levando: esta tomografia; todos os exames anteriores; informando claramente que houve saída de líquido transparente pelo ouvido após uma fratura do osso temporal.
É muito provável que a equipe considere a necessidade de: cisternografia (como sugerido no próprio laudo) e teste para confirmar se a secreção é realmente líquor.
Esses sintomas podem ocorrer em situações como:
-Uretrite,
-Infecção urinária (menos comum em homens jovens, mas possível).
-Prostatite.
-Irritação ou inflamação da uretra sem infecção ativa.
-Bexiga hiperativa ou outras causas urológicas, caso a infecção já tenha sido tratada.
A nitrofurantoína costuma ser indicada para infecção urinária da bexiga, mas não é eficaz para uretrite nem penetra bem na próstata. Já a combinação de azitromicina e doxiciclina cobre algumas causas de uretrite, porém nem todas. Algumas bactérias, especialmente Mycoplasma genitalium, podem ser resistentes a esses medicamentos.
E AGORA?
O ideal é consultar um urologista. Dependendo da sua história, ele poderá solicitar:
-Exame de urina (EAS).
-Urocultura.
-Teste molecular (PCR) da primeira urina ou do corrimento para ISTs, incluindo clamídia e gonorreia.
-Avaliação da próstata, se houver suspeita de prostatite.
Enquanto isso:
-Beba água normalmente, sem exageros.
-Evite iniciar outro antibiótico por conta própria, pois isso pode dificultar o diagnóstico.
-Se houve relação sexual desprotegida nas semanas anteriores ao início dos sintomas, informe isso ao médico, pois muda bastante a investigação. Nessa situação, também pode ser necessário avaliar e tratar o(a) parceiro(a).
Em mulheres na pós-menopausa, mesmo quando não há sangramento, é aconselhável a retirada do pólipo (polipectomia histeroscópica). O risco de alterações pré-malignas ou malignas é maior após a menopausa do que em mulheres ainda menstruando.
Quanto à sua dúvida principal, em muitos casos é possível retirar o pólipo durante a própria histeroscopia.
Para um pólipo de 1,1 cm, em geral a retirada por histeroscopia é um procedimento relativamente simples e é considerada o tratamento de escolha.
Se você pretende fazer o procedimento na Medimagem, minha orientação seria: ligue ou mande mensagem para o Callcenter do Medclub. As atendentes vão esclarecer suas dúvidas e lhe fornecerão um orçamento completo.
Mas fique tranquila, pois não há motivo para pensar que o pólipo seja câncer, especialmente porque você nunca apresentou sangramento, que é o sintoma mais comum quando existe alguma alteração mais preocupante. Mesmo assim, a retirada é a conduta mais prudente justamente para eliminar a lesão e obter o diagnóstico definitivo.
A partir do que você relata, tudo indica que você sofreu um BAROTRAUMA no ouvido. Você precisa fazer avaliação por um otorrinolaringologista, o mais rápido possível, para realizar uma otoscopia e, se necessário, uma audiometria e timpanometria. Esses exames permitem verificar se há disfunção da trompa de Eustáquio, líquido no ouvido médio, perfuração do tímpano ou alguma lesão mais profunda.
Ligue ou mande mensagem para o Callcenter do Medclub (3131.1881), esclareça suas dúvidas e agende sua consulta.
Sim, basta que essa pessoa leve aquele comprovante que você recebeu na clínica. Ou então levar uma foto do seu documento de identidade.
Se a tala está machucando a pele; muito folgada; escorregando; quebrada ou deformada; causando dor por pressão: ela pode precisar ser refeita ou ajustada.
Uma tala mal ajustada pode tanto provocar feridas quanto deixar de imobilizar adequadamente o membro operado.
O mais seguro é que a troca seja realizada por um profissional, como em: pronto-socorro; ambulatório de ortopedia; clínica de imobilização ortopédica; consultório do cirurgião ou ortopedista que realizou a cirurgia.
Com as informações apresentadas é possível concluir que:
-sua função hepática está totalmente normal;
-há ausência de hepatite viral ativa;
-háausência de sequelas laboratoriais;
-houve recuperação completa da sua doença de 3 anos atrás.
Por isso, eu não identifico uma contraindicação hepática ao uso do Mounjaro.
O episódio de 2023 continua compatível com uma hepatite aguda, mas, pelos resultados dos exames acima, é pouco provável que tenha sido hepatite A ou hepatite B. Uma hepatite medicamentosa, uma infecção viral não A/B/C ou outra causa transitória tornam-se hipóteses relativamente mais prováveis.
Mas nada disso impede que você use Monjaro.
Se foi uma consulta feita pelo Medclub, ligue para nosso Whats (3131.1881): as atendentes vão resolver seu problema. Depois me diga se deu certo.
Se você disser à atendente/recepcionista do Medclub 2 que precisa receber o resultado com urgência, ela cuidará para que você receba no mesmo dia. Se não for urgente, o resultado será entregue no dia seguinte.
O caso do seu pai é muito, MUITO SÉRIO. A minha impressão é de que seu pai precisa ser reavaliado com urgência em um hospital, por uma equipe que conte com cirurgia vascular e ortopedia, além do infectologista. Não será nada prudente apenas observar a evolução em casa esperando o antibiótico fazer efeito. Veja bem: o pé do seu pai apresenta um edema importante, com áreas de coloração arroxeada, uma lesão plantar que parece corresponder ao local da perfuração e uma extensa área de descolamento da pele. Para mim isso caracteriza um ERISIPELA EM PÉ DIABÉTICO, NUM PORTADOR DE INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA, ASSOCIADA A PERFURAÇÃO PLANTAR, FEBRE, CALAFRIOS E CONFUSÃO MENTAL. Não pode existir uma somatória de ameaças mais terrível do que essa, pois podemos estar assistindo a uma SEPTICEMIA, que vem a ser a ante-sala da morte.
Sobre suas perguntas:
1. Há necessidade de investigar abscesso?
Sim. A drenagem espontânea de pus sugere que houve formação de coleção purulenta. Mesmo quando parte do pus drena, podem permanecer coleções profundas.
2. Existe indicação de drenagem ou desbridamento?
Sim, pois o tratamento apenas com antibiótico costuma ser insuficiente.
Em muitos pacientes diabéticos, a retirada do tecido infectado ou necrótico é decisiva para controlar a infecção.
3. Deve-se pensar em osteomielite?
Sim, porque houve perfuração plantar; a evolução já dura vários dias; houve recorrência após antibiótico e existe drenagem purulenta.
4. A amoxicilina-clavulanato é adequada?
Sim. Ela é uma boa opção para infecções leves a moderadas por mordidas ou perfurações. Mas neste caso existem fatores que podem exigir outra abordagem: falha clínica após um primeiro antibiótico; febre persistente; possibilidade de abscesso; possibilidade de osteomielite; diabetes;insuficiência renal. Nessas situações, há necessidade de antibiótico intravenoso.
5. Há risco de corpo estranho?
Sim. Espinhos vegetais podem permanecer alojados no pé e manter a infecção ativa.
EM RESUMO: CORRA, CORRA. Leve seu pai, ainda hoje, para um hospital com capacidade para internação.
E depois me envie noticias. Me ajude a aprender
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